domingo, 5 de dezembro de 2010

Entrevista com Bernard Charlot

Bernard Charlot é professor de Ciências da Educação na Universidade Paris VIII.
Dedica-se ao estudo das relações com o saber, principalmente a relação dos alunos de classes populares com o saber escolar. Ele esteve no país durante o Fórum Mundial de Educação, onde concedeu esta entrevista exclusiva ao site do CRE:


Durante suas pesquisas sobre a relação dos jovens brasileiros com o saber, o que lhe chamou a atenção na escola aqui no Brasil?
BC- Numa comparação com o meu país, a França, vejo que lá a escola é uma instituição mais forte do que no Brasil, uma instituição na qual o aluno tem o direito de pertencer para aprender coisas de que ele goste ou não. Mas o que mais me chama a atenção no caso brasileiro é a importância que é dada ao lado afetivo do saber. Existe aqui uma relação muito forte entre o saber e o corpo: o saber deve ter efeitos emocionais para ter valor. E isso acontece tanto na cabeça do aluno como na da professora. Acho que por isso ela tem uma grande dificuldade em deixar de ser "tia". Isso traz um problema: se a tia não gosta do aluno, ou se o aluno não gosta da tia, ele não vai aprender.

Se o senhor fosse professor numa classe de adolescentes brasileiros, qual seria a sua preocupação hoje, na hora de planejar suas aulas?
BC- Me preocuparia com a questão da auto-estima. O adolescente é frágil e tem uma imagem frágil de si mesmo. O saber deve permitir que ele reforce essa auto-imagem, ao invés de feri-la ainda mais como muitas vezes acontece. Porque quando o saber é uma fonte de sofrimento pessoal psicológico na sua auto-estima, você tende a desvalorizar esse saber que te desvaloriza.

O que é aprender, segundo sua visão?
BC-É algo que se manifesta de formas heterogêneas e que é bem mais amplo do que adquirir um saber. É, por um lado, apropriar-se de um enunciado que só tem existência através das palavras. Mas é também dominar determinadas formas de se relacionar com os outros e consigo: a se apaixonar, a ter ciúmes... Isso tudo se aprende, não é natural. O resultado da aprendizagem, portanto, não precisa vir necessariamente na forma de um enunciado verbal. Como saber se uma pessoa aprendeu a nadar? O resultado vem inscrito no seu próprio corpo, na maneira como ela se movimenta na água. Essas formas diferentes de aprender muitas vezes concorrem entre si no mundo do aluno. O desafio da escola é fazer com que o que se aprende lá possa também permitir ao adolescente se construir enquanto sujeito. Isso nem sempre acontece, principalmente nos meios populares.

Por que alguns alunos têm mais vontade de aprender do que outros?
BC- Toda pessoa tem uma atividade intelectual, mas o fato de mobilizar ou não essa potencialidade depende do sentido que ela confere àquilo que está ouvindo e à situação que está vivenciando. Isso varia, em primeiro lugar, com a história singular de cada aluno. Ou seja, os motivos que despertam o desejo de aprender numa criança podem não ter nenhum efeito sobre outra, que tem uma história pessoal diferente. Além disso, há uma explicação de origem sociológica: sabe-se que há uma postura diferente frente à escola entre as crianças de classes médias e de meios populares. Não sabemos muito bem como a classe influencia, mas é inegável que ela tenha um peso importante.

A classe social é um fator determinante na aprendizagem?
BC- Não há uma relação automática de causalidade. O que sabemos é que existe uma correlação estatística entre a posição social do aluno e o sucesso ou o fracasso escolar. Mas não devemos esquecer de que existem crianças de meios populares que são bem sucedidas na escola. E crianças de classe média que encontram dificuldade. Nas minhas pesquisas, venho tentando descobrir por que o risco de mau êxito é maior entre alunos de classes populares. E, além disso, por que alguns deles se dão bem, a despeito das condições desfavoráveis. Essa segunda questão é muito importante, porque pode nos dizer em que direção atuar para superar o fracasso escolar.

Como o professor pode interferir na relação dos alunos com o saber, de modo a despertar o desejo de aprender nos mais desmotivados?
BC- Em primeiro lugar, é preciso deixar claro que o que vai determinar a aprendizagem é a atividade intelectual do próprio aluno. O professor é importante, mas pelo efeito que ele pode ter nessa atividade. Do mesmo modo, os aspectos institucionais são importantes pelos seus efeitos sobre a prática do professor e, por tabela, sobre a atividade intelectual do aluno.
O professor deve entender que a lógica do aluno, principalmente o de classe popular, é muitas vezes diferente da lógica da escola. Nesta, é o estudante que vai realizar uma atividade intelectual para adquirir saber. Na lógica do jovem, é o professor quem vai ter esse trabalho. Seu papel é apenas sentar-se na sala e aguardar que lhe passem esses conhecimentos. O professor tem de mudar essa situação, construindo o aluno na criança, no adolescente. Esse é um trabalho ao mesmo tempo terrível e apaixonante, que não sei se é a "professora tia" que pode fazer. Acho que deveria ser a "professora professora", a profissional.

Nessa tentativa de motivar os alunos, alguns professores tentam mil coisas. Até que ponto isso interfere na relação com o saber?
BC- Ao invés de falar em motivação, prefiro falar em mobilização. Há uma diferença importante entre essas duas palavras. Motiva-se alguém de fora, mas se mobiliza de dentro. Muitas vezes, constrói-se com esse discurso de motivação uma pedagogia muito artificial, em que o professor ensina a fazer um bolo para dar aula de Matemática. Isso só terá algum efeito se o dispositivo usado fizer algum sentido para o ensino. Mas normalmente não é isso que acontece. Uma motivação externa em geral cria um sentido enviesado. O que o aluno quer ao fazer um bolo? Quer comer o bolo. Ele não está nem aí com a Matemática. Essas motivações de fora são muito artificiais.
É importante compreender que a mobilização é interna e supõe um desejo do próprio aluno. Mobilizar é fazer uso de si, para si. E isso representa uma diferença fundamental.
Como aproximar o "aprender na escola" do "aprender na vida"?
BC- Essas duas formas são diferentes, mas não deveria haver uma barreira tão grande entre elas. O estudo da história de Portugal no século XIX, por exemplo, deve fazer sentido para que o aluno entenda o que é a vida no Brasil agora e o que está fazendo aqui. A escravidão, as batalhas, as conquistas... Isso tudo deveria produzir uma reflexão para que os estudantes entendessem melhor quem eles são. Dessa forma existirão pontes entre o ensino acadêmico e o que se vive. E a aula ganhará muito mais sentido.

Como deveria ser a escola ideal?
BC- Aquela que questiona, que primeiro traz os questionamentos e só depois o conhecimento. Que mobiliza a atividade intelectual e dá sentido aos saberes. Que é respeitada como instituição. Que estimula a auto-estima, a imagem que os alunos têm de si mesmos. Aquela, por fim, em que o saber é também fonte de prazer - o que não significa que não há esforço, pois o prazer mais importante para um indivíduo é se sentir inteligente.

Qual a sua opinião sobre o sistema de ciclos?
BC - O princípio da escola ciclada é mais justo do que o da seriada. O problema é que pode haver contradições entre esse projeto político e as práticas pedagógicas da sua implantação. Na França, temos há dez anos o sistema de ciclos e quase ninguém percebeu a mudança. Por que isso acontece? Porque muitas vezes o sistema de séries permanece camuflado nas escolas cicladas. O que temos de pensar é em que práticas pedagógicas são necessárias para concretizar efetivamente o projeto político dos ciclos.

E o que o senhor pensa sobre a repetência?
BC- A repetência é ruim, quanto a isso não tenho dúvidas. Mas também acho que, na prática, um aluno que passa sem saber acaba atrapalhando a si e aos colegas. Mais importante do que ficar discutindo sobre a repetência é refletir sobre as práticas que permitem que todos os alunos sejam bem sucedidos.

Como fazer um projeto pedagógico?
BC - Na base de um projeto pedagógico é preciso haver sempre uma escolha de valores, uma representação do mundo, do ser humano e da sociedade. Definida essa dimensão política, é preciso traduzi-la para a especificidade da escola, para a esfera pedagógica. E aí é importante lembrar que a escola não é só o seu projeto, mas também o que está fazendo na prática, os métodos que são efetivamente utilizados, o que os alunos estão aprendendo... Proponho, aos professores, que questionem seus atos pedagógicos. Por exemplo: devo prosseguir a aula se 5 dos meus 25 alunos não estão entendendo? E quando for apenas um? Essas escolhas não são apenas atos pedagógicos, há um significado político por trás delas.

O que é preciso para construir uma escola democrática?
BC - Que cada profissional envolvido com a educação reflita sobre seus atos políticos e pedagógicos. São as nossas contradições que devemos enfrentar se quisermos construir uma escola verdadeiramente democrática.
(Priscila Ramalho)

Orientação para os filhos

A forma mais segura de educar os filhos para o mundo de hoje é estabelecer uma boa comunicação com eles. para trabalhar a educação emocional é fundamental dar bons modelos em casa. Assim, é importante a maneira como os pais lidam com as próprias emoções e como se apresentam para os filhos são pessoas que erram, sentem, reconhecem suas falhas e enfrentam com maturidade e responsabilidade seus conflitos? É preciso dar modelos reais em contraposição à tendência, em determinadas fases do desenvolvimento, de mitificar os adultos.
O importante é que o diálogo ajude a criança/adolescente a reconhecer o certo e o errado a partir dos conceitos e valores apreendidos durante toda sua vida. Importante também nessas ocasiões é dar ênfase à relação entre atos e consequências, escolhas e responsabilidades.
A avaliação do que é certo ou errado depende de vários fatores, dentre eles o conjunto de regras internalizadas pela criança (ou jovem) a partir do seu relacionamento com a família e com os grupos sociais aos quais ela pertence – e aqui se inclui a escola”. Passado o choque da decepção, vem a compreensão de que certos atos têm conseqüências cuja responsabilidade o autor das ações deve assumir.
Citando Piaget (um estudioso do desenvolvimento cognitivo), a psicopedagoga explica que “crianças de aproximadamente cinco/seis anos têm como característica o absolutismo moral, ou seja, elas consideram as regras estabelecidas de maneira absoluta e inflexível. Assim, as regras de um jogo, por exemplo, são absolutamente fixas. Nesse estágio, uma criança considera que todas as quebras de regras resultam inevitavelmente em punição por parte dos adultos e julga as ações como boas ou más em função de suas consequências e não com base nas intenções de quem as executou. Conclusões do tipo “quem quebra seis copos sem querer é mais malvado do que quem quebra um de propósito” são comuns nesse estágio.
Já em torno dos sete anos, a criança desenvolve uma moralidade autônoma, ou de reciprocidade, na qual as regras são percebidas de forma mais mutável. Regras de jogos podem ser modificadas em comum acordo com os participantes. “A criança passa a notar, então, que violação de regras não resulta sempre em punição e leva em conta no seu julgamento moral as intenções de quem realiza as ações”.
"Então, ao conversar com a criança é preciso levar em consideração as limitações impostas pelo seu estágio de desenvolvimento para que a linguagem esteja adequada e se possa explorar apropriadamente sua capacidade de compreensão."
Se, infelizmente, as crianças estão mais expostas a esse tipo de notícia e de decepção, temos que usar essa mesma fonte para ajudá-las a desenvolver um olhar atento e crítico e reforçar valores fundamentais para que elas se desenvolvam como cidadãos e cidadãs (do bem).

Avaliação Escolar

É o processo que possibilita conhecermos a fundo a qualidade dos serviços, e do ensino. Momento para sabermos dos nossos alunos o que está certo e o que podemos melhorar.
Quando pensamos em avaliação escolar, as primeiras ideias que surgem são: avaliação do aluno (realizada pelo professor), notas, aprovação e reprovação, sucesso e fracasso, premio e castigo. Mas sempre do aluno. Por quê? Será o aluno o único sujeito que merece ser avaliado na escola? Será que ele é a única personagem importante dessa instituição? (E não é a mais importante?) será que na escola é só ele quem deve aprender? Será que, sozinho, ele faz o sucesso e o fracasso escolares?
Vamos buscar, juntos uma maneira de pensar a avaliação escolar para que ela venha a ser, realmente, mais um recurso pedagógico que contribua para que a escola possa desempenhar seu papel na educação e na formação do aluno-cidadão.
Ora, o aluno precisa, sim, aprender, e é uma personagem muito importante, se não a mais importante, no contexto escolar. Mas há outros elementos a considerar. É pensando no aluno, nos seus direitos á educação e á cidadania, que a escola deve se organizar e se estruturar. Essa organização resulta do trabalho de diversas pessoas, em diferentes níveis do sistema educacional. A forma como uma escola se acha organizada é expressão das ideias daqueles que dela participam e daqueles que elaboram as diretrizes para a sua organização seja em nível municipal, estadual, seja federal.
Se a organização da escola envolve tantas pessoas (direta ou indiretamente), tantas normas, diretrizes e parâmetros, na tentativa de assegurar uma boa educação aos alunos, por quês era que, ao pensar em avaliação, penamos em avaliar primeiro ou somente o aluno? E mais: pó que a idéia de avaliação esta sempre associada á idéia de erros, falhas. Limitações, deficiências?
Na avaliação teremos sim o aluno como o principal sujeito do processo ensino-aprendizagem, mas não o único a ser avaliado. Ele será um dos elementos desse processo que participará da avaliação, de diferentes formas e em diferentes momentos. Mas antes de penarmos em avaliar o aluno, é necessário que pensemos na avaliação de uma maneira mais global, envolvendo tudo e todos que participam do processo educacional que acontece na escola. Quando todos participam, todos avaliam e são avaliados.
A avaliação esta presente em nosso cotidiano, escolar ou não. Pois avaliar é refletir sobre uma determinada realidade, a partir de dados e informações, e emitir um julgamento que possibilite uma tomada de decisão.
Infelizmente ainda temos professores que medem a aprendizagem de seus alunos, em vez de avaliar, por que registram os dados obtidos, anotam, e em seguida guardam esses dados.
Medir é apenas descrever uma realidade, ou seja, é obter dados e informações sobre ela. Enquanto avaliar permite fazer sugestões, encaminhamentos, tomar decisões.
Exemplo disso é uma professora que corrige as provas de seus alunos, atribui à nota e comunica o resultado a seus alunos e aos pais. Ou dá a nota e organiza um quadro para expor os cinco melhores.
Outra corrige as provas, identifica as questões que seus alunos não conseguiram responder, procura saber o porquê das dificuldades e depois planeja novas atividades para eles. Ou atividades de recuperação.
Avaliar é mais que medir. A medida limita-se a constatar uma realidade, a obter informações.
A avaliação antecede, acompanha e sucede o trabalho pedagógico, possuindo, pois, funções diferentes conforme o momento em que acontece. É o ponto de partida e ponto de chegada de todo e qualquer trabalho pedagógico. É a reflexão sobre a prática pedagógica da escola, buscando nos dados da realidade elementos que possibilitem a emissão de um julgamento de valor, visando a uma tomada de decisão.
Referencias:
LUCKESI. C.C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1995.

O grande líder

Por Sidnei Batista
O tema liderança está em destaque há alguns anos e, certamente, permanecerá como foco da atenção do universo corporativo por muito tempo. Nada mais natural quando consideramos a complexidade atual do mundo do trabalho, os desafios sócioeconômicos da globalização, a compreensão das empresas como espaços de desenvolvimento e realização tanto profissional quanto pessoal, o avanço de novas tecnologias, entre outras questões. As empresas necessitam de lideranças capazes de conduzi-las rumo a seus objetivos estratégicos, superando todas as dificuldades e cumprindo sua missão e visão.
As crises que temos visto ao longo das últimas décadas tornaram demasiadamente claras as diferenças entre lideranças reais e lideranças abstratas ou pseudolideranças.
Em todos estes casos, lideranças reais transformaram para melhor a vida em suas respectivas coletividades, o que não se pode dizer das pseudolideranças. Mas, afinal, quais as diferenças entre líderes reais e pseudolíderes? O que forma uns e outros? Ao nos voltarmos às organizações, poderíamos acrescentar mais questões: como as mesmas podem encontrar e/ou preparar seus líderes? Quais referências podem ajudá-las na tarefa?
Tais perguntas são absolutamente pertinentes e merecem nossa atenção. Vamos tratar disso a partir de agora. Começamos definindo um líder real: é aquele capaz de inspirar o pensamento e o comportamento das pessoas. Sua presença e sua atuação conduzem as pessoas e equipes ao seu redor, mobilizando-as e gerando avanços qualitativos. Um pseudolíder, ao contrário, não inspira coisa alguma, e sua presença geralmente passa despercebida.
É fácil identificar uns e outros, nós crescemos convivendo com ambos. Basta um esforço de memória para resgatar os professores que tivemos. Aqueles professores que nos marcaram certamente eram líderes reais, e exercitavam sua liderança na área da educação inspirando pensamentos e comportamentos nas crianças, nos adolescentes e na comunidade escolar de forma geral.
No entanto, um líder não nasce pronto, como muitas vezes ouvimos, e não encontra suas qualidades de repente. Ele se faz ao longo de uma história de vida, com permanente aprendizado e vontade de avançar. Investe em si mesmo, e se torna melhor passo a passo. Isso explica porque grandes líderes atingem seu máximo reconhecimento na maturidade. São como os ótimos vinhos: quanto mais maduros, melhor!
Há, em minha opinião, um conjunto de cinco competências essenciais ao líder. Estão classificadas de forma didática em blocos complementares para facilitar sua visualização: competência ética, intelectual, comercial, comunicacional e empreendedora.
Sucintamente, falaria da capacidade de mobilizar o que há de melhor em cada liderado pela competência ética, o exemplo de comportamento diante das situações sempre encontrando formas de lidar respeitosamente com as referências alheias, enquanto assintoniza as suas próprias; pela competência intelectual, o domínio do assunto com o qual trabalha e a capacidade de pensar e decidir; pela competência comercial, expressa no saber navegar nas pressões do mercado encontrando rotas firmes rumo aos resultados; pela competência comunicacional, com a qual consegue estabelecer contatos, gerar parceiros, criar vínculos e reunir as diferenças; e pela competência empreendedora, sem a qual jamais poderia transformar suas potencialidades em ação.




10 ótimas razões para mensurar a satisfação interna
Por Patrícia Bispo
Não existe algo mais arriscado para um dirigente organizacional do que desconhecer a realidade que está além das janelas e da porta do seu confortável escritório. Para muitos, as suas empresas são restritas às salas onde ocorrem as longas e exaustivas reuniões estratégicas e às conversas que podem gerar novos contratos. Contudo, para que as ações aconteçam e os acordos sejam cumpridos é indispensável que a empresa conte com o comprometimento dos profissionais dos mais variados níveis. Isso, por outro lado, só ocorre quando a alta direção reconhece que sua companhia é formada por pessoas que podem ou não estarem motivadas. Por isso, mensurar a satisfação interna é algo que não deve ser relegado a um segundo plano ou lembrado apenas quando o barco está preste a afundar. A seguir, confira boas 10 razões para se mensura a satisfação interna.
1 - Atração e retenção de talentos. Esse é um dos primeiros fatores para que a empresa realize, periodicamente, a mensuração de satisfação interna. Afinal, quem gostaria de ingressar ou permanecer em uma equipe, onde a grande maioria dos profissionais está estressada, apresenta péssimo humor e só fala "mal" de tudo e de todos?
2 - Vale lembrar que pela realização de uma pesquisa de clima, por exemplo, a organização tem a chance de identificar quais os fatores que promovem o esfacelamento das equipes, principalmente, aqueles que são agentes causadores de conflitos.
3 - Quando a empresa promove uma pesquisa de clima organizacional e usa essa ferramenta de forma adequada, inclusive, utilizando seus resultados para promover mudanças positivas, os profissionais sentem-se valorizados. Afinal, eles foram ouvidos e suas opiniões são importantes para a organização. Quando isso ocorre, o colaborador percebe que ele não está ali por acaso, mas que sua atividade é valiosa para o negócio.
4 - Através da mensuração do clima interno é possível identificar os pontos fortes, os que precisam ser trabalhados e até os que necessitam ser substituídos com de imediato. Além da economia de "cifras" para a companhia, os profissionais são poupados de situações desgastantes e a obtenção ou a superação de resultados torna-se mais focada.
5 - Uma vez identificado os pontos fracos e os que precisam ser substituídos, a empresa tem a chance de investir em ações eficazes, que gerem resultados mais significativos e, em alguns casos, em um tempo menor do que o esperado. E todos sabem que otimizar tempo no dia a dia corporativo, é um diferencial para ações estratégicas.
6 - Ao se preocupar como está o clima interno, a companhia abre as portas para ficar mais próxima dos funcionários. Quando isso ocorre, as chances de fazer com que os profissionais vistam a camisa da empresa tornam-se maiores e o comprometimento torna-se uma conseqüência natural.
7 - Muitas vezes, as organizações oferecem salários atraentes, benefícios diferenciados, mas perdem profissionais para a concorrência. A questão sempre surge: Por que isso acontece com freqüência? A resposta para essa indagação pode ser encontrada, quando a companhia preocupa-se com os percentuais de satisfação interna.
8 - A mensuração do clima interno traz outro benefício significativo para a empresa: se em uma pesquisa abre espaço para questões abertas, onde os profissionais podem apresentar sugestões, ideias, informações, é possível que surja algum fator ou um diferencial que faça a organização otimizar processos e reduzir custos.
9 - Ao avaliar o clima interno, a empresa tem a chance de identificar quais os gestores que são condizentes com seus valores corporativos e quais os pseudolíderes que só exercem o autoritarismo e contribuem para o aumento dos percentuais de turnover.
10 - A empresa que conhece o clima que em vivem seus colaboradores, também é capaz de identificar onde e como investir no talento dos profissionais, inclusive no que se refere ao desenvolvimento e à melhoria da qualidade de vida no trabalho. Isso porque ao ser ouvido, o colaborador revela quais seus sonhos pessoais e profissionais que o farão permanecer ou procurar novos desafios.

Por que é tão difícil mudar um comportamento?
Por Rodrigo Ramos
A razão prevalece sobre a emoção, ou é a emoção que fala mais alto que a razão? Eis a questão! Não é à toa que o velho slogan pronunciado diversas vezes no nosso cotidiano (se conselho fosse bom!) entra como uma luva no decorrer das décadas. Por que é tão difícil mudar o comportamento de uma pessoa? Por que, mesmo através de conselhos repetitivos, existem pessoas que preferem fazer as coisas do seu jeito, mesmo sendo o jeito improdutivo ou errado? O que faz um bom conselho perder sua força?
Seguindo a visão da psicanálise, através das ideias de pensadores como Freud, Lacan e Jorge Forbes, acredito que existe uma espécie de curto circuito na relação entre mente e corpo. Isto se torna perceptível quando paramos um pouco para refletir que não somos máquinas e nem perfeitos, que mudamos nossas emoções a todo o instante, que escorregamos, erramos e que, conseqüentemente, também temos sonhos, fantasias e desejos que vão além da nossa ilusão racional de completude. Ou seja, a nossa razão pode desejar a perfeição, desejar que a nossa trajetória seja estável, consistente e sem erros, mas sempre existirá o outro lado da nossa intimidade que nunca poderemos controlar. E isso, paradoxalmente, é muito bom, pois nos protege da possibilidade de acreditarmos que somos figuras padronizadas, sem desejo e singularidade.
Para clarificar mais a discussão, vou discorrer o texto dividindo as ideias e diferenciando a mente racional do corpo emocional. Podemos dizer que a mente racional relaciona-se muito bem com as ideias de perfeição, de completude, daquilo que é certo e moralmente correto. Já, quando falamos do corpo emocional, levamos em consideração o lado da vida que, a maioria das vezes, não está em harmonia com as ideias impostas pela razão. O corpo emocional está mais relacionado ao inconsciente, a parte fora da série, daquilo que, segundo Chico Buarque, escapa ao sentido.
Para ilustrar melhor, podemos citar o exemplo do motorista que percorre por uma rodovia com limite (mente racional) de velocidade de 100 km/h, mas prefere (corpo emocional) dirigir a 200 km/h, porque provavelmente lhe dá mais prazer "andar fora da linha", mesmo tendo noção do excesso cometido. O corpo acaba falando mais alto! Outro exemplo clássico e interessante é o da pessoa que fuma dois maços de cigarro por dia (corpo emocional), tendo total consciência (mente racional) sobre os males que o fumo lhe causa. Ou podemos citar o comportamento da pessoa consumista, que sempre quando passa ao lado de uma loja acaba gastando uma fortuna, mesmo consciente da falta de crédito e do excesso de dívidas.
Olha só que curioso! Ao refletirmos sobre exemplos triviais, já começamos perceber que no cotidiano do humano existem constantes conflitos internos entre a mente racional e o corpo emocional, irracional e inconsciente. É por este motivo, entre outros mais, que é tão difícil mudar um comportamento da noite para o dia. Muitas vezes, acessar somente a consciência através de conselhos não é o bastante para mudar uma atitude, ou mudar um método de como fazer as coisas. É preciso ir além da consciência, pois é necessário que o seu corpo emocional, e muitas vezes, seu inconsciente sejam tocados para ocorrer êxito. Quando não existe uma transformação neste sentido, percebemos uma mudança rasa, superficial e sem força.
Para descermos mais no assunto, gostaria de propor alguns pontos de reflexão para fortalecermos a nossa discussão: vamos falar um pouco da relação entre comportamento e prazer.

A relação entre comportamento e prazer
Seguindo as trilhas de Freud, em seu Best seller, Para Além do Princípio do Prazer, podemos notar que nesta grande obra o Pai da Psicanálise expõe de forma brilhante a existência de uma energia presente no comportamento do ser humano que vai além do equilíbrio, além das necessidades básicas, que nomeou de Pulsão. Sendo simplista na explicação, podemos descrever a Pulsão como uma energia que vai além do equilíbrio, que excede os limites da harmonia, que se repete e é dotada de prazer e, ao mesmo tempo, desprazer.
Para clarificar o conceito, podemos usar o exemplo da mulher que permanece casada durante décadas com o mesmo marido, mesmo sendo violentada verbalmente e fisicamente. Todos podem escutar suas lamentações, que seu casamento é terrível, que ele não presta, porém, não tem coragem de acabar com a "estabilidade" do matrimônio. É preferível sofrer com o que se tem, para evitar a dor de nada ter. Ela vive, ao mesmo tempo, o desprazer dos insultos lançados pelo marido e o prazer de manter o casamento em "equilíbrio", de estar com alguém, mantendo a ilusão do famoso slogan: "até que a morte os separe".
Outro exemplo interessante, que ilustra o paradoxo entre um comportamento dotado de prazer e desprazer, seria do próprio dependente químico que, mesmo consciente dos males que a droga lhe causa, permanece viciado. Basta escutarmos nos noticiários o quanto é difícil e paradoxal o relacionamento do dependente com a droga: "Isso aqui não presta, só faz mal, mas não consigo viver sem".
Agora, trazendo para a realidade profissional, o mesmo acontece com as pessoas insatisfeitas e frustradas com seus empregos atuais, que ficam paralisadas na hora de tomar uma decisão para mudar o ambiente, ou de ambiente, porque se acomodam no status quo e, por este motivo, também sentem sua cota de prazer na "estabilidade" ilusória. Ou seja, podemos concluir que, mesmo prejudicadas, pessoas que permanecem com a mesma forma de pensar, de se comportar, com o mesmo padrão, relacionamento afetivo péssimo, ou com o mesmo emprego ruim, carregam suas pitadas paradoxais de prazer e desprazer. Enfim, o ser humano e suas ironias. Agora, gostaria de correlacionar tudo isso que trabalhamos com outro ponto importante: a repetição do comportamento.
O comportamento repetitivo, para o bem ou para o mal

Outro ponto de reflexão que nos ajuda a pensar sobre o que faz as pessoas permanecerem com seus comportamentos engessados, acompanhados de prazer e desprazer, é a repetição constante. Pensando de forma lógica, aquilo que causa prazer e/ou desprazer, também causa repetição. Pontos de satisfação causam repetição. Crianças costumam fazer isso constantemente. Pedem toda hora para repetir de forma incansável uma atividade que lhes trouxe satisfação corporal. Já, quando crescem e se tornam "crianças-adultas", continuam repetindo comportamentos inconscientemente prazerosos e/ou desprazerosos.
É o que acontecia com um ex-colega de trabalho, que tinha satisfação em ser espaçoso. Interrompia as pessoas, falava alto, gritava e dispersava todos repetidamente. Este era o seu "barato", o seu "jeitão" de ser, pois tinha prazer em fazer isso, mas não tinha a menor consciência dos impactos que causava nas pessoas. No entanto, quando recebeu o famoso feedback sobre seu comportamento, os problemas começaram a surgir. Passou a vivenciar conflitos entre a mente racional e o corpo emocional. Sua mente racional dizia que deveria "arrumar" seu comportamento para não invadir o espaço das pessoas e o seu corpo emocional agia conforme o jeito espaçoso (e prazeroso) de ser. Olha só! Surge novamente o paradoxo entre prazer e desprazer. Sua mente racional gritava alto, dizendo que devia mudar e isso lhe causava muito desprazer. Porém, o seu corpo emocional continuava gozando do ato e isso lhe causava prazer. Após certo tempo, não teve jeito, nosso colega de trabalho foi procurar um lugar onde pudesse aumentar seu espaço, pois o contexto cultural onde trabalhávamos não permitia pessoas desse "estilo". Uma hora ele acertará sua trajetória.
Mas o que fazer para inserir nossas diferenças comportamentais, algumas insuportáveis, na relação com os outros?
Comportamentos prejudiciais devem ser eliminados?
O que fazer para solucionar os conflitos entre mente e corpo? Será que é preciso cortar o mau pela raiz? Será que é necessário punir aqueles que se comportam de maneira improdutiva? Será que deveríamos encaminhar todos os errantes para uma clínica da "padronização", para que sejam orientados de forma ortopédica? Creio que não. Não devemos e não podemos corrigir o ser falante, engessando seu comportamento e o adequando ao contexto, mas diria que a solução, como diria Jacques Alain Miller, seria legitimar suas diferenças. Não no sentido de aceitar o comportamento destrutivo do outro. Legitimar não é deixar o outro fazer o que bem entende, mas também não significa eliminar o mau pela raiz.
Se nos espelharmos em qualquer exemplo de vida, podemos perceber que as pessoas não eliminam seus comportamentos ruins, mas simplesmente conseguem realinhar a energia para uma coisa boa, ou melhor, construtiva. Um amigo meu, que se tornou um excelente palestrante, não por acaso, quando era jovem, gostava de se exibir, contava piadas na escola e adorava provocar as pessoas. Por conta deste comportamento, passou por diversas situações complicadas até perceber que poderia transformar seu defeito em qualidade.
Percebeu que poderia reinventar sua exibição e seu jeito provocador de forma construtiva e não destrutiva, como vinha fazendo. Percebeu que poderia usar suas ferramentas, anteriormente maléficas, para estimular as pessoas a se desenvolverem através da linguagem. Meu amigo não poderia eliminar um comportamento tão enraizado no seu inconsciente corporal, mas percebeu que poderia resolver o conflito do prazer e do desprazer, canalizando sua energia, seu "barato" para algo que enriquecesse o outro. Isso passou a ser a sua missão. Ele simplesmente lapidou o seu carvão na busca eterna pelo seu precioso diamante.
Que maravilha que é o ser falante! Quanto mais consegue ajustar seus comportamentos prejudiciais, canalizando sua energia para atitudes construtivas, sem arrancar o bom "barato", consegue se aproximar daquilo que é mais singular em seu íntimo. Mas este é um assunto para outro artigo.
Faça bom proveito de si, ou como diria o filósofo Martin Heidegger - devore o teu Dasein!



quinta-feira, 25 de novembro de 2010

O COMBOIO DA VIDA


Numa viagem de comboio, ao longo do percurso, pode acontecer uma grande diversidade de situações.
A nossa existência terrena pode ser comparada a uma dessas viagens, mais ou menos longa.
Primeiro, porque é cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, surpresas agradáveis em alguns embarques, e grandes tristezas em algumas partidas.
Quando nascemos, entramos no comboio e deparamos com pessoas que desejamos que sigam sempre conosco: os nossos pais.
Infelizmente, isso não vai acontecer: em alguma estação eles descerão e deixar-nos-ão órfãos dos seus carinhos, amizade e companhia insubstituíveis.
Mas durante a viagem, outras pessoas especiais embarcarão e seguirão viagem conosco: os nossos irmãos, amigos, amores e filhos.
A viagem não é igual para todos. Alguns fazem dela um passeio, outros só vêem nela tristezas, e outros ainda circulam pelo comboio, prontos para ajudar quem precise.
Muitos descem e deixam saudades eternas... Outros passam de uma forma que, quando desocupam o seu assento, ninguém se apercebe.
Curioso é constatar que alguns passageiros que nos são caros se acomodam em carruagens distantes da nossa, o que não impede, é claro, que durante o percurso nos aproximemos deles e os abracemos, embora jamais possamos seguir juntos, porque haverá alguém ao seu lado ocupando aquele lugar.
Mas isso não importa, pois a viagem é cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas.
O importante, mesmo, é que façamos a nossa viagem da melhor maneira possível, tentando relacionar-nos bem com os demais passageiros, vendo em cada um deles o que tem de melhor.
Devemos lembrar-nos sempre que, em algum momento do trajeto, eles poderão fraquejar e precisamos entendê-los, pois nós também fraquejaremos muitas vezes e gostamos que haja alguém que nos entenda.
A grande diferença, afinal, é que no comboio da vida, nunca sabemos em que estação teremos que descer, e muito menos em que estação descerão os nossos amores, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado.
Porque não é fácil separar-nos dos amigos, nem deixar que os filhos sigam viagem sozinhos.
No entanto, em algum lugar, há uma estação principal para onde todos seguimos. Lá nos reencontramos todos.
E quando chegar essa hora, teremos grandes emoções em poder abraçar os nossos amores e matar a saudade que nos fez companhia por longo tempo...
Que a nossa breve viagem seja uma grande oportunidade de aprender e ensinar, entender e atender aqueles que viajam ao nosso lado, porque não foi o acaso que os colocou ali...
Que aprendamos a amar e a servir, compreender e perdoar, pois não sabemos quanto tempo ainda nos resta até à estação onde teremos que deixar o comboio.
Se a sua viagem não está a correr exatamente como esperava, dê-lhe uma nova direção.
Observe a paisagem maravilhosa com que DEUS enfeitou todo o trajeto...
Busque uma maneira de dar utilidade às suas horas.
Preocupe-se com aqueles que seguem viagem ao seu lado.
Deixe de lado as queixas e faça com que o seu percurso fique marcado com rastos de luz.
Pense nisso... E boa viagem!
(Desconheço a Autoria)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

PROJETO UM PAI MELHOR

JUSTIFICATIVA
A equipe pedagógica da escola Navarro de Brito com base na observação das precárias relações familiares e da baixa afetividade entre pais e filhos, elaborou este projeto, visando o fortalecimento e uma maior integração familiar.
Infelizmente, a maior parte da responsabilidade familiar é concentrada nas mães. Os Pais trabalham fora, são ausentes da vida de seus filhos, muitas vezes saem de manhã e voltando estressados tarde da noite, quando seus filhos já estão dormindo. Se por acaso os encontram acordados, não conseguem transmitir-lhes nenhum tipo de afeto. Com isso, contribuem para a formação de crianças tristes, arredias, agressivas e carentes de uma palavra de carinho, daquele pelo qual ele gostaria de se orgulhar e desejaria ter como amigo e companheiro, seu Pai.
Integrar Pais e Filhos em um momento especial;
Promover o estreitamento dos laços familiares;
Valorizar a graça de ser Pai.
METODOLOGIA
A equipe pedagógica estará direcionando o seu trabalho, no propósito de promover uma integração maior entre pais e filhos, valorizando todo o empenho dos pais, na busca de melhores condições sociais e econômicas para seus filhos, abdicando com isso, da convivência diária tão importante para a formação pessoal e comportamental de seus filhos.
RECURSOS
Palestra de Abertura (A Importância de ser Pai)
Música;
Poesia;
Jogral;
Brincadeiras;
DESENVOLVIMENTO
A direção da escola fará a abertura do evento, com uma palestra abordando o tema, a importância de ser Pai. Saudando e parabenizando a presença dos Pais. Os Alunos do quinto ano apresentarão jograis e poesias exaltando a importância dos pais para os filhos. A equipe pedagógica promoverá as brincadeiras ao som de músicas.
CONCLUSÃO
Ao final do projeto “Um Pai Melhor” algumas turmas declamarão poesias e jograis valorizando o ato de ser pai. A Equipe pedagógica fará brincadeiras promovendo a participação e a integração de Pais e Filhos. Culminando com a oferta de torta salgada, e refrigerante para animar a comparação e fechar com chave de ouro.
Brincadeiras:
Corrida com os pés amarrados (Pais e Filhos) – Objetivo: Andar no mesmo passo.
Adivinhações: O que é O que é?
Somando pontos (Com dois Pais Diferentes)
Você conhece seu Filho.
Objetivos:
Aproximar Pais e filhos de acordo com seus gostos, experiências e expectativas.


PROJETO MEU PAI, MEU AMIGO

JUSTIFICATIVA:
A vida atribulada pela diversidade de compromissos de um pai de família o tem afastado do seu principal e mais importante compromisso que é a família, em especial os seus filhos. São Pais que quase não tem tempo, que muitas vezes pouco sabem da vida do filho, deixando-os carentes do amor paterno e tornando difícil até mesmo uma homenagem a sua luta diária. Pensando nisso, os professores juntamente com toda a escola, resolveu promover uma singela homenagem a esse personagem tão importante, com a intenção de fortalecer os laços que asseguram a união entre pais e filhos, valorizando os pais no seu dia.
OBJETIVO:
• Proporcionar a oportunidade de unir pai e filho numa confraternização;
• Reconhecer a importância do carinho, da atenção do estar mais presente no seio familiar;
• Valorizar a importância de ser pai e as qualidades de um pai.
DESENVOLVIMENTO:
Os professores trabalharão a confecção de livros, cartazes, poesias, teatrinhos, lembrancinhas e músicas, que valorizem o dia dos pais e promova o respeito, o amor e o carinho, que eles merecem dos seus filhos e de nós professores.
ATIVIDADES VALORATIVAS:
Meu pai é ______________
Meu Amigo.
Obrigado Papai.
Se eu fosse Pai.
O que Papai, mas gosta.
A profissão do Papai.
Qual o seu prato favorito.
Qual o seu time do coração.
CONCLUSÃO: A escola promoverá uma homenagem ao dia dos pais onde todas as atividades desenvolvidas durante o projeto serão apresentadas culminando com um almoço festivo